segunda-feira, 30 de novembro de 2015

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

LIVRO: TERAPIA DO PERDÃO

Terapia do Perdão


RESENHA: Este livro é excelente para procura compreender o perdão de uma maneira mais simples onde o foco é perceber que perdoar é algo possível, alem de mostrar como podemos ficar menos felizes com nós mesmos quando a dor do perdão nos aflige.

OPINIÃO: O conteúdo deste pequeno livro nos leva a fazer uma ou varias reflexões sobre os nossos comportamentos e atitudes com as pessoas em sua volta, principalmente das que mais gostamos ( pai, mãe, irmãos, primos, amigos de longa data, parentes), além do mais as imagens facilitam muito a compreensão de cada trecho explica o atual e faz uma ligação com os anteriores e dessa maneira tornando a compreensão do todo muito mais fácil e pratico de se ler.

Autor: David W. Schell
Gênero: Auto - Ajuda
Editora: Paulus
Nota: 7
Serie: Terapia
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Dhiri Silva

quarta-feira, 25 de novembro de 2015

SOPA DE PEDRA


Era uma vez um viajante que andava de país em país, de terra em terra. Um dia quando estava de passagem por uma pequena aldeia reparou que a sua comida tinha acabado, e já estava a ficar com muita fome.
Foi andando de um lado para o outro a pensar numa forma de arranjar comida. Tinha muita vergonha de ir pedir, mas parecia que daquela vez não tinha outra hipótese.
Enquanto ia andando deu um pontapé numa pequena pedra que estava no chão, era uma pedra muito lisa e bonita, foi então que teve uma ideia de conseguir almoçar sem sentir tanta vergonha.

Bateu à porta de uma casa, que parecia ser de um grande agricultor da região.
Quando o dono da casa abriu a porta o viajante disse-lhe:
– Bom dia senhor, eu sou viajante e trago comigo uma pedra mágica capaz de fazer a melhor sopa do mundo, quer provar?

Ao dizer isto retirou do bolso uma pedra muito lisa e redonda. Era parecida com outras que o agricultor conhecia, mas como gostava muito de sopa decidiu aceitar provar a tal melhor sopa do mundo.
O viajante entrou e pediu uma panela grande com água e um pouco de sal, colocaram a panela ao lume e a pedra lá dentro. Quando a água começou a ferver o viajante provou e disse:

– Está quase pronta, mas ficava ainda melhor se lhe pusermos umas batatas.
– Oh homem! Não seja por isso, eu sou um grande agricultor desta região, batatas é coisa que não me falta.
– Obrigado, assim a sopa vai ficar muito melhor.

Passado mais algum tempo voltou a provar.

– Está quase, mas ficava ainda melhor se lhe pusermos umas cenouras

O agricultor lá foi buscar as melhor cenouras que tinha em casa.
Após provar várias vezes o viajante foi pedindo outros vegetais, couve, cebola, feijão, entre outros. Quando a sopa já estava rica em vegetais, o viajante disse:

– Caro amigo, a sopa está a ficar uma delícia.

O agricultor mal podia esperar para provar a sopa, que é uma coisa que ele adora.
O viajante após provar mais uma vez pediu:

– Oh amigo esta sopa ficava ainda melhor se lhe pusermos um pouco de carne de porco, tem ai alguma coisa? Chouriço, por exemplo.
– Mau, mau, já lhe disse que sou agricultor, coisas dessas não faltam cá em casa.

Mais uma vez foram colocando algumas carnes na sopa.
Provou mais uma vez e disse com um grande sorriso:

– Está pronta!!!
– Já não era sem tempo, vamos lá provar essa sopa

O viajante serviu a sopa para os dois.
Depois de a provar, o agricultor exclamou:

– Tinha razão, é mesmo a melhor sopa que já comi até hoje, essa sua pedra é realmente mágica. Não me a quer vender?
– Não está à venda, é muito valiosa para mim, foi-me oferecida por um mago de um país distante.
– Muito bem, obrigado na mesma por me ter deixado provar esta sopa.
– Obrigado eu.

Despediram-se e o viajante continuou a sua viagem por outras terras, utilizou várias vezes a sua pedra mágica e assim conseguiu comer sem ter vergonha de pedir e foi desta forma que a receita da sopa de pedra foi passando de terra em terra e hoje ainda a podemos provar em vários locais, com diferentes receitas. 

Ref: era uma vez

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

POESIA: O GRANDE SOL NA EIRA

O grande sol na eira

Talvez seja o remédio... 

Não quero quem me queria,
 
Amarem-me faz tédio.
 
Baste-me o beijo intacto
 
Que a luz dá a luzir
 
E o amor alheio e abstrato
 
De campos a florir.


O resto é gente e alma:

Complica, fala, vê.
 
Tira-me o sonho e a calma
 
E nunca é o que é.
 

VIDEO: NA SUA ESTANTE

Pitty - Na Sua Estante


Quem nunca se apaixonou por alguém que não correspondeu?!

quarta-feira, 4 de novembro de 2015

POESIA: FALTANDO POUCO

Faltando pouco menos de 60 dias para o encerrar de mais um ano,

um ciclo já se inicia para sua conclusão, 

onde o que você já fez não pode mais ser alterado,

mas não significa que acabaram suas chances muito pelo contrário 

agora é a real hora de erguer as mangas e partir atrás dos objetivos traçados durante o ano, 

este é o momento que temos para mostrar que independente das dificuldades que existem 
 no dia-a-dia ainda é possível correr atrás dos sonhos. 

Então corra até onde o ultimo minuto permitir.


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Dhiri Silva

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