sexta-feira, 20 de março de 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
MANIFESTAÇÕES
Neste final de semana o povo brasileiro foi para as ruas para manifestar contra a atual situação que este gigante país se encontra, o que demonstra que muitos ainda não esqueceram do 13 de junho de 2013 e que a união ainda esta presente entre nós.Os motivos que fizeram quase 2 milhões de pessoas irem as rua foram:
- O aumento desenfreado do juros;
- A incrível alta do dólar que a cada dia tem aumentado cada vez mais;
- A corrupção na maior empresa do Brasil a Petrobras;
- A crise hídrica que esta ocorrendo no sudeste;
- Aumento da conta de Luz;
- Incontáveis erros e falta de organização dos programas ligados a educação;
- O fato da nossa presidenta continuar alegando que os problemas praticamente não existe impeachment da Presidente
Outro ponto que poucos levavam entre os cartazes era a da volta da Ditadura Militar, sobre isso creio que quem estava com estes cartazes provavelmente não teve aulas de historia na escola, pois organizaria tudo que tem de errado, mas por outro te impediria de fazer qualquer coisa que eles achem que é errado como sair para manifestar ou ficar 10minutos a mais na rua entre outras coisas mais que é legal conversar com alguém com mais de 50 anos.
Assim como em 2013, o governo já iniciou algumas iniciativas para tentar melhorar a situação com um pouco mais de agilidade., só espero que dessa vez o gingante não adormeça tão cedo como antes.
Ref:Site Folha
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Dhiri Silva
Dhiri Silva
segunda-feira, 16 de março de 2015
POEMA: PROCURO SEMEAR O OTIMISMO
Procuro semear otimismo e plantar sementes de paz e justiça.
Digo o que penso, com esperança. Penso no que faço, com fé.
Faço o que devo fazer, com amor.
Eu me esforço para ser cada dia melhor, pois bondade também se aprende.
Mesmo quando tudo parece desabar, cabe a mim decidir entre rir ou chorar,
ir ou ficar,
desistir ou lutar;
sexta-feira, 13 de março de 2015
VIDEO: DEVAGAR, DEVAGARINHO
Martinho da Vila - Devagar, Devagarinho
Quem nunca teve muita pressa e não obteve o resultado esperado?
Quem nunca teve muita pressa e não obteve o resultado esperado?
quarta-feira, 11 de março de 2015
HISTORIAS COM MEU POKEMON
Parte - I
Quando fui atrás do meu pokémon inicial não tinha muita certeza de qual
escolher dada a ultima experiência que tive. No dia da escolha fiquei
muito ansioso, mas um pouco preocupado se cometeria os mesmos erros de
novo.
A escolha foi aleatória e com algumas dificuldades, pois a pokémon escolhida era muito arisca, brava e pouco sociável, além de gostar de morder todos que se aproximavam. Nos primeiros dias foram complicados, pois ela se mudou para um lugar novo, onde tinha mais atenção de outra espécie bem diferente dela, não obedecia ninguém, agia por impulso entre outras coisas.
Passadas algumas semanas ela já se encontrava mais adaptada a sua nova moradia e as pessoas que lá moravam, além de que ela evoluía cada vez mais em seu treinamento e assim conseguindo a nova habilidade de atacar e trazer bolinhas de papel, além de melhorar os golpes mordida e garras ( golpe aprimorado em local que era proibido), e o hipnose.
Além dos golpes já ditos paragrafo acima, ela tinha altos níveis principalmente em velocidade, já que é uma habilidade característica do tipo e o ataque que assustava muitos tipos voadores, mas em contra partida, os níveis mais baixos eram os de defesa, e precisão, visto a maneira que desceu da arvore.
Contudo creio que a Bú aprendeu muito em poucos meses assim como afirmo que também aprendi sobre ela em tão pouco tempo.
A escolha foi aleatória e com algumas dificuldades, pois a pokémon escolhida era muito arisca, brava e pouco sociável, além de gostar de morder todos que se aproximavam. Nos primeiros dias foram complicados, pois ela se mudou para um lugar novo, onde tinha mais atenção de outra espécie bem diferente dela, não obedecia ninguém, agia por impulso entre outras coisas.
Passadas algumas semanas ela já se encontrava mais adaptada a sua nova moradia e as pessoas que lá moravam, além de que ela evoluía cada vez mais em seu treinamento e assim conseguindo a nova habilidade de atacar e trazer bolinhas de papel, além de melhorar os golpes mordida e garras ( golpe aprimorado em local que era proibido), e o hipnose.
Além dos golpes já ditos paragrafo acima, ela tinha altos níveis principalmente em velocidade, já que é uma habilidade característica do tipo e o ataque que assustava muitos tipos voadores, mas em contra partida, os níveis mais baixos eram os de defesa, e precisão, visto a maneira que desceu da arvore.
Contudo creio que a Bú aprendeu muito em poucos meses assim como afirmo que também aprendi sobre ela em tão pouco tempo.
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Dhiri Silva
Dhiri Silva
segunda-feira, 9 de março de 2015
sexta-feira, 6 de março de 2015
LIVRO: O MENINO DO PIJAMA LISTRADO
O MENINO DE PIJAMA LISTRADO
RESUMO: O livro conta a historia do menino Bruno q ao 9 anos já cumpridor de
varias regras, que mora em uma casa de 5 andares em Berlim e tem seus 3
melhores amigos, ele mora com seu pai que possui um grande cargo mas ele não sabe ao certo, sua mãe que cuida da casa e sua irmã Gretel que é um
caso perdido aos 12 anos. Mas tudo muda logo depois que a família
realiza um jantar para o Fúria, e este concede um novo cargo para o Pai
de Bruno, fazendo a família se mudar de Berlim para um local chamado
Haja - Vista, onde a casa era pequena, não tinha o corrimão para
escorregar além de não existia vizinhos na região da nova casa, só uma
cerca separando varias pessoas de pijama listrado e a sua casa que vivia
cheia de soldados entrando e saindo. Na nova casa Bruno fica desanimado
ate conhecer Shmuel, um garoto que nasceu no mesmo dia que ele, mas
esta do outro lado da cerca.
OPINIÃO: Este livro possui uma historia leve no inicio, personagens que possuem características únicas como Maria a empregada da família que é muito empenhada em fazer seu serviço, o pai de Bruno que é promovido e enviado haja Vista pensando que era o melhor para sua família, o tenente Kotler e a maneira que ele tratava os judeus, sem esquecer de Gretel a irmã de Bruno que guardou alguns segredos, Shmuel o novo amigo de pijama listrado e Bruno o protagonista e explorador. A historia foi envolvente, e o final é surpreendente, simplesmente incrível, algo que não esperava acontecer.
OPINIÃO: Este livro possui uma historia leve no inicio, personagens que possuem características únicas como Maria a empregada da família que é muito empenhada em fazer seu serviço, o pai de Bruno que é promovido e enviado haja Vista pensando que era o melhor para sua família, o tenente Kotler e a maneira que ele tratava os judeus, sem esquecer de Gretel a irmã de Bruno que guardou alguns segredos, Shmuel o novo amigo de pijama listrado e Bruno o protagonista e explorador. A historia foi envolvente, e o final é surpreendente, simplesmente incrível, algo que não esperava acontecer.
Autor: John Boyne
Gênero: Ficção
Gênero: Ficção
Editora: Seguinte
Nota: 9
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Dhiri Silva
Dhiri Silva
quinta-feira, 5 de março de 2015
FABULA: O MACACO E O GATO
Simão, o macaco, e Bichano, o gato, moram juntos na mesma casa. E pintam o sete. Um furta coisas, remexe gavetas, esconde tesourinhas, atormenta o papagaio; outra arranha os tapetes, esfiapa as almofadas e bebe o leite das crianças.
Mas, apesar de amigos e sócios, o macaco sabe agir com tal maromba que é quem sai ganhando sempre.
Foi assim no caso das castanhas.
A cozinheira pusera a assar nas brasas umas castanhas e fora à horta colher temperos. Vendo a cozinha vazia, os dois malandros se aproximaram. Disse o macaco:
– Amigo Bichano, você que tem uma pata jeitosa, tire as castanhas do fogo.
O gato não se fez insistir e com muita arte começou a tirar as castanhas.
– Pronto, uma…
– Agora aquela lá… Isso. Agora aquela gorducha… Isso. E mais a da esquerda, que estalou…
O gato as tirava, mas quem as comia, gulosamente, piscando o olho, era o macaco…
De repente, eis que surge a cozinheira, furiosa, de vara na mão.
– Espere aí, diabada!…
Os dois gatunos sumiram-se aos pinotes.
– Boa peça, hem? — disse o macaco lá longe.
O gato suspirou:
– Para você, que comeu as castanhas. Para mim foi péssima, pois arrisquei o pelo e fiquei em jejum, sem saber que gosto tem uma castanha assada…
O bom-bocado não é para quem o faz, é para quem o come.
Monteiro Lobato
Mas, apesar de amigos e sócios, o macaco sabe agir com tal maromba que é quem sai ganhando sempre.
Foi assim no caso das castanhas.
A cozinheira pusera a assar nas brasas umas castanhas e fora à horta colher temperos. Vendo a cozinha vazia, os dois malandros se aproximaram. Disse o macaco:
– Amigo Bichano, você que tem uma pata jeitosa, tire as castanhas do fogo.
O gato não se fez insistir e com muita arte começou a tirar as castanhas.
– Pronto, uma…
– Agora aquela lá… Isso. Agora aquela gorducha… Isso. E mais a da esquerda, que estalou…
O gato as tirava, mas quem as comia, gulosamente, piscando o olho, era o macaco…
De repente, eis que surge a cozinheira, furiosa, de vara na mão.
– Espere aí, diabada!…
Os dois gatunos sumiram-se aos pinotes.
– Boa peça, hem? — disse o macaco lá longe.
O gato suspirou:
– Para você, que comeu as castanhas. Para mim foi péssima, pois arrisquei o pelo e fiquei em jejum, sem saber que gosto tem uma castanha assada…
O bom-bocado não é para quem o faz, é para quem o come.
Monteiro Lobato
quarta-feira, 4 de março de 2015
VIDEO: A Carta
Milionário e José Rico - A Carta
Não consigo prevê o futuro mas tenho certeza de que o José irá fazer muita falta a varias gerações.
Não consigo prevê o futuro mas tenho certeza de que o José irá fazer muita falta a varias gerações.
terça-feira, 3 de março de 2015
PEQUENAS VITORIAS, GRANDES DERROTAS
Sempre imaginei que a vida era formada única e exclusivamente pelas realizações que que alcançamos ao longo dela, por muitas vezes ignorei o simples fato e que poderia ocorrer momentos em que os objetivos perdesse o valor por algum contra- tempo qualquer, independente se for algo de grandes magnitude ou não.
Recentemente lendo algumas noticias relacionadas ao futebol, deparei-me com um assunto que questionava os novos times milionários principalmente da Europa, que se chamavam de times "grandes". As reportagens no entanto descreviam os vários motivos que esses times não poderiam ser considerados "grandes"e sim outros times mais tradicionais que hoje são vistos como pequenos mas a historia em si revela o contrario.
Mas afinal o que o futebol tem com as realizações da vida? Bem, depois que li a noticia , comecei a fazer uma comparação sobre a vida, pois se a vida é construída entre glorias e perdas, mas o que vale na realidade não é a quantidade de vitorias que possuímos e sim quais vitórias alcançamos, mesmo se tivermos uma chance de vencer um gigante, muitos provavelmente tentariam vencer um pequeno, pela facilidade de alcançar a vitória, só que mesmo possuindo muitas vitórias contra os pequenos você só será lembrado como aquele que perdeu para o grande.
Claro que não somos um time, pois se fosse ate seria mais fácil de resolver o problema contratando a solução, mas em nossas vidas o que ocorre é o contrario. Termino este texto com uma pergunta que creio que não há uma resposta correta que é: O que mais vale?
( ) - Varias vitorias contra os times pequenos;
( ) - Poucas derrotas para os times grandes.
Dhiri Silva
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